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Arquivo de novembro de 2007

Três lições inesquecíveis.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Texto brilhante e lúcido de Olavo de Carvalho, publicado no “Jornal do Brasil” de 15 de novembro:

O espetáculo reconfortante da humilhação pública do sr. Hugo Chávez foi um dos mais instrutivos das últimas semanas. Com ele aprendemos três lições: sobre o que é democracia, sobre o que é um rei e sobre como funciona (ou não funciona) a cabeça de um revolucionário. A primeira delas devemos ao presidente José Luis Zapatero, a segunda a Juan Carlos de Bourbon, a terceira ao próprio sr. Chávez. (1) Ao exigir o respeito devido ao seu antecessor José Maria Aznar, que ali fôra ofendido por um orador insolente, o sr. Zapatero mostrou a diferença – que nem sempre há, mas deveria haver — entre esquerda democrática e esquerda revolucionária. Esta última acredita que seus projetos sociais são tão sublimes que fazem dela “o primeiro escalão da espécie humana”, como dizia Che Guevara, condição que a autoriza a ignorar solenemente os deveres morais e legais que pesam sobre as pessoas comuns e a investe do direito de mentir, trapacear, roubar e matar ilimitadamente em nome das belezas imaginárias de um futuro hipotético. Já a esquerda democrática, consciente da fragilidade das idéias humanas, pode lutar pelos seus projetos com entusiasmo, mas sabe que eles valem menos do que a regra do jogo em que concorrem com os do adversário. Para o revolucionário, só o que importa é modificar a sociedade – se não a natureza humana — de maneira integral e irreversível, passando por cima de tudo e de todos. O democrata, de direita ou de esquerda, sabe que nenhuma mudança introduzida por um governo é tão inquestionavelmente boa que deva a priori estar vacinada contra a possibilidade de que o governo seguinte a reverta.. Zapatero mostrou que, na ordem democrática, ninguém tem a última palavra. (2) Um rei não é um governante. É o comandante vitalício das Forças Armadas, o garantidor da autoridade dos governos sucessivos, o guardião de uma ordem que permanece enquanto os políticos passam. Com sua inesperada intervenção, o rei Juan Carlos não entrou no mérito do assunto em debate. Apenas garantiu, contra a insolência de um monólogo ditatorial histérico, o direito do seu chefe de governo à palavra. Não faltarão na mídia brasileira desinformantes cínicos o bastante para tentar impingir ao leitor um relato invertido, fazendo de Chávez o indiozinho indefeso, oprimido pela prepotência do colonizador. Mas a seqüência das imagens mostra claramente que foi Chávez o primeiro a oprimir o interlocutor, só se detendo, atônito, ante a entrada em cena de uma personalidade mais forte. Se as palavras dessa personalidade foram exemplarmente abruptas e cortantes, isso só mostra que não é próprio da função real tagarelar, mas tapar a boca dos tagarelas que se arrogam o monopólio da fala. (3) Quanto ao sr. Hugo Chávez, fazendo diante da reprimenda aquela expressão inconfundível de perplexidade e medo, mostrou algo que há anos venho dizendo: todos esses líderes revolucionários, a começar por Fidel Castro, pelos chefes das Farc e pela multidão dos nossos terroristas indenizados por seus próprios crimes, são indivíduos fracos, covardes, frouxos, bons para atirar em manifestantes desarmados ou para matar pelas costas adversários desprevenidos, mas incapazes de qualquer ato de genuína coragem, que por definição é sempre um ato solitário. Valentes diante dos holofotes ou fortalecidos pela proteção de uma rede internacional de cúmplices, tão logo se vêem abandonados à própria sorte só o que sabem fazer é implorar como Che Guevara: “Não me matem! Não me matem!” Mostra-me os teus heróis e eu te direi quem és.

Três lições inesquecíveis.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Texto brilhante e lúcido de Olavo de Carvalho, publicado no “Jornal do Brasil” de 15 de novembro:

O espetáculo reconfortante da humilhação pública do sr. Hugo Chávez foi um dos mais instrutivos das últimas semanas. Com ele aprendemos três lições: sobre o que é democracia, sobre o que é um rei e sobre como funciona (ou não funciona) a cabeça de um revolucionário. A primeira delas devemos ao presidente José Luis Zapatero, a segunda a Juan Carlos de Bourbon, a terceira ao próprio sr. Chávez. (1) Ao exigir o respeito devido ao seu antecessor José Maria Aznar, que ali fôra ofendido por um orador insolente, o sr. Zapatero mostrou a diferença – que nem sempre há, mas deveria haver — entre esquerda democrática e esquerda revolucionária. Esta última acredita que seus projetos sociais são tão sublimes que fazem dela “o primeiro escalão da espécie humana”, como dizia Che Guevara, condição que a autoriza a ignorar solenemente os deveres morais e legais que pesam sobre as pessoas comuns e a investe do direito de mentir, trapacear, roubar e matar ilimitadamente em nome das belezas imaginárias de um futuro hipotético. Já a esquerda democrática, consciente da fragilidade das idéias humanas, pode lutar pelos seus projetos com entusiasmo, mas sabe que eles valem menos do que a regra do jogo em que concorrem com os do adversário. Para o revolucionário, só o que importa é modificar a sociedade – se não a natureza humana — de maneira integral e irreversível, passando por cima de tudo e de todos. O democrata, de direita ou de esquerda, sabe que nenhuma mudança introduzida por um governo é tão inquestionavelmente boa que deva a priori estar vacinada contra a possibilidade de que o governo seguinte a reverta.. Zapatero mostrou que, na ordem democrática, ninguém tem a última palavra. (2) Um rei não é um governante. É o comandante vitalício das Forças Armadas, o garantidor da autoridade dos governos sucessivos, o guardião de uma ordem que permanece enquanto os políticos passam. Com sua inesperada intervenção, o rei Juan Carlos não entrou no mérito do assunto em debate. Apenas garantiu, contra a insolência de um monólogo ditatorial histérico, o direito do seu chefe de governo à palavra. Não faltarão na mídia brasileira desinformantes cínicos o bastante para tentar impingir ao leitor um relato invertido, fazendo de Chávez o indiozinho indefeso, oprimido pela prepotência do colonizador. Mas a seqüência das imagens mostra claramente que foi Chávez o primeiro a oprimir o interlocutor, só se detendo, atônito, ante a entrada em cena de uma personalidade mais forte. Se as palavras dessa personalidade foram exemplarmente abruptas e cortantes, isso só mostra que não é próprio da função real tagarelar, mas tapar a boca dos tagarelas que se arrogam o monopólio da fala. (3) Quanto ao sr. Hugo Chávez, fazendo diante da reprimenda aquela expressão inconfundível de perplexidade e medo, mostrou algo que há anos venho dizendo: todos esses líderes revolucionários, a começar por Fidel Castro, pelos chefes das Farc e pela multidão dos nossos terroristas indenizados por seus próprios crimes, são indivíduos fracos, covardes, frouxos, bons para atirar em manifestantes desarmados ou para matar pelas costas adversários desprevenidos, mas incapazes de qualquer ato de genuína coragem, que por definição é sempre um ato solitário. Valentes diante dos holofotes ou fortalecidos pela proteção de uma rede internacional de cúmplices, tão logo se vêem abandonados à própria sorte só o que sabem fazer é implorar como Che Guevara: “Não me matem! Não me matem!” Mostra-me os teus heróis e eu te direi quem és.

Feriado chvoso e frio(II)…

sábado, 17 de novembro de 2007

…ideal para sobremesas calóricas.

Para arrematar o almoço a Gabi fez nossa receita de souflé de goiabada. Uma delícia que inventamos a 4 mãos:

Comemos souflé de goiabada pela primeira vez na Pizzaria Basílica (Granja Vianna), que freqüentamos quase semanalmente, desde que foi inaugurada. As crianças ainda não haviam nascido naquele tempo. Passados uns 8 anos, continuo achando que é a melhor pizzaria de São Paulo. Nenhuma tem redondas tão suculentas. Nenhuma tem o atendimento da Val e suas colegas, que nos conhecem pelo nome. Há sempre um sorriso extra para nós, mesmo nos domingos movimentados.

Nossa sobremesa preferida na época, o souflé de goiabada esteve no cardápio da Basílica por pouco tempo. A produção era terceirizada e, um dia, o fornecedor sumiu. Decidimos tentar reproduzir a receita em casa. Procurei indicações e receitas na Internet, mas não encontrei nada interessante. Tivemos de partir de algumas receitas de Petit Gateau e Souflé de Chocolate, adaptando ingredientes e quantidades. Após 2 ou 3 tentativas conseguimos um resultado muito bom, que é a receita abaixo. Dá para mais ou menos 8 ramekins (aqueles potinhos de porcelana que vão ao forno).

- 300g de goiabada em pasta, da melhor qualidade. Cuidado com o que se vende nos supermercados! Caso não encontre uma boa goiabada em pasta, bata a mesma quantidade de goiabada cascão no liqüidificador, com um mínimo de água.

- 120g de manteiga.

- 3 ovos + 1 clara.

- 2 colheres de sopa de açúcar.

- 2 colheres de sopa de farinha de trigo com fermento.

- 1 colher de café de fermento.

Prepare assim:

Unte os ramekins com manteiga e farinha de trigo. Derreta a manteiga numa panela e misture a goiabada. Reserve. Na batedeira, bata os ovos+a clara com o açúcar até ficar fofo. Desligue a batedeira. Acrescente misturando com uma colher de pau: a goiabada, depois a farinha, depois o fermento. Despeje a massa nos ramekins (apenas até a metade, porque o souflé vai crescer).

Asse em forno bem quente até crescer e a superfície ficar levemente dourada. Não abra o forno enquanto o souflé estiver assando. Sirva imediatamente com um creme gelado de 1/2 copo de requeijão misturado à mesma quantidade de creme de leite fresco.

Dica: descobrimos que a massa pode ser preparada com antecedência e guardada na geladeira, já nos ramekins. Na hora de assar, é só levar ao forno quente, direto da geladeira. Isto quebra um galhão, principalmente quando se tem convidados.

É isto!

Feriado chvoso e frio(II)…

sábado, 17 de novembro de 2007

…ideal para sobremesas calóricas.

Para arrematar o almoço a Gabi fez nossa receita de souflé de goiabada. Uma delícia que inventamos a 4 mãos:

Comemos souflé de goiabada pela primeira vez na Pizzaria Basílica (Granja Vianna), que freqüentamos quase semanalmente, desde que foi inaugurada. As crianças ainda não haviam nascido naquele tempo. Passados uns 8 anos, continuo achando que é a melhor pizzaria de São Paulo. Nenhuma tem redondas tão suculentas. Nenhuma tem o atendimento da Val e suas colegas, que nos conhecem pelo nome. Há sempre um sorriso extra para nós, mesmo nos domingos movimentados.

Nossa sobremesa preferida na época, o souflé de goiabada esteve no cardápio da Basílica por pouco tempo. A produção era terceirizada e, um dia, o fornecedor sumiu. Decidimos tentar reproduzir a receita em casa. Procurei indicações e receitas na Internet, mas não encontrei nada interessante. Tivemos de partir de algumas receitas de Petit Gateau e Souflé de Chocolate, adaptando ingredientes e quantidades. Após 2 ou 3 tentativas conseguimos um resultado muito bom, que é a receita abaixo. Dá para mais ou menos 8 ramekins (aqueles potinhos de porcelana que vão ao forno).

- 300g de goiabada em pasta, da melhor qualidade. Cuidado com o que se vende nos supermercados! Caso não encontre uma boa goiabada em pasta, bata a mesma quantidade de goiabada cascão no liqüidificador, com um mínimo de água.

- 120g de manteiga.

- 3 ovos + 1 clara.

- 2 colheres de sopa de açúcar.

- 2 colheres de sopa de farinha de trigo com fermento.

- 1 colher de café de fermento.

Prepare assim:

Unte os ramekins com manteiga e farinha de trigo. Derreta a manteiga numa panela e misture a goiabada. Reserve. Na batedeira, bata os ovos+a clara com o açúcar até ficar fofo. Desligue a batedeira. Acrescente misturando com uma colher de pau: a goiabada, depois a farinha, depois o fermento. Despeje a massa nos ramekins (apenas até a metade, porque o souflé vai crescer).

Asse em forno bem quente até crescer e a superfície ficar levemente dourada. Não abra o forno enquanto o souflé estiver assando. Sirva imediatamente com um creme gelado de 1/2 copo de requeijão misturado à mesma quantidade de creme de leite fresco.

Dica: descobrimos que a massa pode ser preparada com antecedência e guardada na geladeira, já nos ramekins. Na hora de assar, é só levar ao forno quente, direto da geladeira. Isto quebra um galhão, principalmente quando se tem convidados.

É isto!

Feriado chuvoso e frio…

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

…ideal para experimentar novas receitas, principalmente aquelas que dão um pouco mais de trabalho.

Faz tempo que estou querendo fazer uma re-leitura da torta salgada que minha mãe costuma preparar. Chamamos de “Empada de Três Pingos”. Geralmente é recheada com peito de frango desfiado + milho verde + cenoura em cubinhos. Ou então com escarola refogada no alho + ovo cozido + rodelas de tomate.

Eu queria alguma coisa com uma cara mais italiana e ingredientes descomplicados. Uma versão mais leve e sem carne. Resolvi arriscar com tomate cereja + azeitonas + cebola roxa. A combinação ficou interessante, o que fez o feriado cinzento passar depressa e valer a pena. As quantidades abaixo servem 2 a 3 pessoas:

Para o recheio:
- 25 tomates cereja, cortados em 4.
- 1/2 xícara de azeitonas pretas sem caroço.
- 1 cebola roxa grande, cortada em rodelas bem finas.
- um punhado de parmigiano ralado.
- Alecrim fresco.

Para a massa:
- 10 colheres de sopa de farinha de trigo.
- 1 xícara de leite.
- 5 ovos
- 3/4 de xícara de azeite de oliva.
- 1 colher de sopa de fermento em pó.
- 3 colheres de sopa de parmigiano ralado.
- 1 colher de café de sal.

Prepare assim:
primeiro corte todos os ingredientes. Unte um refratário médio com azeite e farinha de trigo. Bata todos os ingredientes da massa no liqüidificador.

Misture os tomates e as azeitonas e coloque no refratário. Cubra com a massa. Sobre a massa, disponha os anéis de cebola, depois as folhas de alecrim fresco, a gosto, e por último o parmigiano ralado, a gosto.

Leve ao forno pré-aquecido a 220-180°C. Estará pronto quando a massa crescer bem e estiver bem dourada (mais ou menos 30 minutos, depende do forno).

Hoje servimos com uma boa salada verde e um pinot noir leve. Em seguida, a Gabi preparou uma sobremesa que não fazíamos há mais de um ano. Deliciosa e bem calórica. Própria para um dia frio. Ficou curioso? leia o post de amanhã.

Feriado chuvoso e frio…

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

…ideal para experimentar novas receitas, principalmente aquelas que dão um pouco mais de trabalho.

Faz tempo que estou querendo fazer uma re-leitura da torta salgada que minha mãe costuma preparar. Chamamos de “Empada de Três Pingos”. Geralmente é recheada com peito de frango desfiado + milho verde + cenoura em cubinhos. Ou então com escarola refogada no alho + ovo cozido + rodelas de tomate.

Eu queria alguma coisa com uma cara mais italiana e ingredientes descomplicados. Uma versão mais leve e sem carne. Resolvi arriscar com tomate cereja + azeitonas + cebola roxa. A combinação ficou interessante, o que fez o feriado cinzento passar depressa e valer a pena. As quantidades abaixo servem 2 a 3 pessoas:

Para o recheio:
- 25 tomates cereja, cortados em 4.
- 1/2 xícara de azeitonas pretas sem caroço.
- 1 cebola roxa grande, cortada em rodelas bem finas.
- um punhado de parmigiano ralado.
- Alecrim fresco.

Para a massa:
- 10 colheres de sopa de farinha de trigo.
- 1 xícara de leite.
- 5 ovos
- 3/4 de xícara de azeite de oliva.
- 1 colher de sopa de fermento em pó.
- 3 colheres de sopa de parmigiano ralado.
- 1 colher de café de sal.

Prepare assim:
primeiro corte todos os ingredientes. Unte um refratário médio com azeite e farinha de trigo. Bata todos os ingredientes da massa no liqüidificador.

Misture os tomates e as azeitonas e coloque no refratário. Cubra com a massa. Sobre a massa, disponha os anéis de cebola, depois as folhas de alecrim fresco, a gosto, e por último o parmigiano ralado, a gosto.

Leve ao forno pré-aquecido a 220-180°C. Estará pronto quando a massa crescer bem e estiver bem dourada (mais ou menos 30 minutos, depende do forno).

Hoje servimos com uma boa salada verde e um pinot noir leve. Em seguida, a Gabi preparou uma sobremesa que não fazíamos há mais de um ano. Deliciosa e bem calórica. Própria para um dia frio. Ficou curioso? leia o post de amanhã.

O primeiro post…

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

…a gente nunca esquece. Será, Olivetto? Este é o primeiro post deste Blog. Em breve colocarei no ar o http://www.amusebouche.com.br/site/ , um site sobre culinária, arte e coisas legais. O site está ficando muito bacana e todo o processo de “gestação” está sendo muito prazeroso. Este blog será o “ensaio geral”. Espero conseguir manter a constância dos posts. Com duas crianças em casa isto não será muito fácil. Mas as idéias são muitas; basta ordená-las e colocá-las no papel. Ou melhor, na tela.
Preciso agradecer a quem tem ajudado: em primeiro lugar, a Deus, que tem colocado sabor na minha vida e na minha mesa. À minha querida Gabi, meu amor para sempre, que está me dando todo o apoio neste projeto. E ao Alexandre Venâncio (http://www.avenancio.com/) que com muito talento e carinho está preparando o projeto gráfico do site. Principalmente, à minha saudosa vovó Clícia, que despertou em mim o gosto pelas coisas de cozinha. Sinto muito sua falta, vó!

O primeiro post…

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

…a gente nunca esquece. Será, Olivetto? Este é o primeiro post deste Blog. Em breve colocarei no ar o http://www.amusebouche.com.br/site/ , um site sobre culinária, arte e coisas legais. O site está ficando muito bacana e todo o processo de “gestação” está sendo muito prazeroso. Este blog será o “ensaio geral”. Espero conseguir manter a constância dos posts. Com duas crianças em casa isto não será muito fácil. Mas as idéias são muitas; basta ordená-las e colocá-las no papel. Ou melhor, na tela.
Preciso agradecer a quem tem ajudado: em primeiro lugar, a Deus, que tem colocado sabor na minha vida e na minha mesa. À minha querida Gabi, meu amor para sempre, que está me dando todo o apoio neste projeto. E ao Alexandre Venâncio (http://www.avenancio.com/) que com muito talento e carinho está preparando o projeto gráfico do site. Principalmente, à minha saudosa vovó Clícia, que despertou em mim o gosto pelas coisas de cozinha. Sinto muito sua falta, vó!
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