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Arquivo de janeiro de 2008

Piadinha

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Esta é verídica e aconteceu com o grande intérprete e agora maestro João Carlos Martins. Foi publicada no “Valor Econômico” de 18 de Janeiro (reportagem de Tom Cardoso). Não resisti transcrever aqui no Amuse Bouche:

Torcedor leal da Portuguesa de Desportos, este ano de volta à elite do futebol brasileiro, João Carlos Martins acompanhou alguns jogos do time na segunda divisão do campeonato nacional – chegou até a tocar o “Hino Nacional” na abertura de uma das partidas. Naquela noite, foi saudado com festa por autoridades do clube. Um dirigente, eufórico com a presença do músico, tratou de apresentá-lo a uma antiga torcedora lusa:
- A senhora sabe quem é este senhor?
-Quem?
João Carlos Martins!
-Hummm.
-O grande maestro e pianista.
-Hummm.
-João Carlos Martins, o maior intérprete de Bach do Mundo!
-Desculpem, meus senhores, mas eu não freqüento barzinhos!

Piadinha

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Esta é verídica e aconteceu com o grande intérprete e agora maestro João Carlos Martins. Foi publicada no “Valor Econômico” de 18 de Janeiro (reportagem de Tom Cardoso). Não resisti transcrever aqui no Amuse Bouche:

Torcedor leal da Portuguesa de Desportos, este ano de volta à elite do futebol brasileiro, João Carlos Martins acompanhou alguns jogos do time na segunda divisão do campeonato nacional – chegou até a tocar o “Hino Nacional” na abertura de uma das partidas. Naquela noite, foi saudado com festa por autoridades do clube. Um dirigente, eufórico com a presença do músico, tratou de apresentá-lo a uma antiga torcedora lusa:
- A senhora sabe quem é este senhor?
-Quem?
João Carlos Martins!
-Hummm.
-O grande maestro e pianista.
-Hummm.
-João Carlos Martins, o maior intérprete de Bach do Mundo!
-Desculpem, meus senhores, mas eu não freqüento barzinhos!

Frango Assado

sábado, 19 de janeiro de 2008

Fim de semana tranqüilo. Mais tempo para cozinhar. E eu cansado de comer em restaurante a semana inteira. Vontade de comida caseira.

Logo depois do café comecei a pensar no que fazer para o almoço, pois estávamos com hóspedes. Algo saboroso, que não desse muito trabalho. Saí para o supermercado ainda sem inspiração. Vi um maço de sálvia bem bonito e na hora me veio a idéia: Frango. Frango assado com ervas. Bem temperado, com bastante alho… Não, alho vai ficar muito forte…melhor alho poró. E assim fui bolando o cardápio, que agradou as visitas e até a Gabriela, que, faz tempo, já não é muito fã de galináceos.

Para acompanhar, polenta mole, salada verde e um Pinnotage sul-africano.

Frango Assado com Ervas e Alho Poro

Ingredientes:

- 6 pernas de frango (coxa + sobrecoxa) desossadas.
- Suco de 1 limão.
- 1 colher de sopa de sálvia fresca, picada grosseiramente.
- 1 colher de sopa de alecrim fresco, picado grosseiramente.
- 3 folhas de louro inteiras (frescas).
- 1 colher de sobremesa de tomilho.
- 1 talo de alho poro, fatiado em rodelas finas (apenas a parte branca).
- Sal e pimenta do reino a gosto.
- 1 copo de Sauvignon Blanc.
- Azeite de oliva extra virgem o quanto baste.
- 1 pitada de páprica picante.

Modo de preparo:

1. Em uma tigela grande, faça uma marinada com: limão, sálvia, alecrim, as folhas de louro, tomilho, o alho, sal, pimenta do reino e o Sauvignon Blanc.
2. Coloque as pernas desossadas na marinada e deixe descansando na geladeira por 2 horas.
3. Num refratário, acomode as pernas desossadas, vertendo a marinada sobre elas. Regue com um fio de azeite.
4. Leve ao forno a 260°C por 45 minutos. Após este período, retire o refratário do forno. Se houver o excesso de líquido, retire-o com uma colher. Regue com um fio de azeite. Salpique um pouco de páprica picante, apenas para “dar uma cor”.
5. Volte o refratário ao forno por mais 15 minutos ou até que as pernas desossadas estejam douradas.
6. Sirva imediatamente.

Radiola

sábado, 19 de janeiro de 2008

Aqui vai o primeiro post sobre uma das minhas maiores paixões: música clássica. Encontrei esta semana este CD fantástico com os 2 concertos de piano de Brahms por Nelson Freire (dispensa comentários) e a Gewandhaus de Leipzig com Riccardo Chailly. Muita gente diz que as madeiras das orquestras alemães são insuperáveis. Concordo. Mas, gostei especialmente dos metais nesta gravação. Equilibrados, sem exageros mas conferindo ao conjunto a dramaticidade necessária. E o melhor: a gravação é ao vivo. O que sempre prefiro nestes tempos de alta tecnologia.

Nelson Freire está lá com todo o vigor. Resolve bem as dificuldades técnicas do concerto, dando fluência e fraseado que muitos pianistas não conseguem. Uma interpretação que se impõe. Com elegância.

Chailly, correto e experiente como sempre, deixa a obra fluir livre e não tolhe a interpretação de Freire.

Quanto às obras, são dois marcos do Romantismo. E Brahms inovou em vários aspectos nestes dois concertos. A ponto de receberem uma recepção bastante fria do público e da crítica à época de suas respectivas estréias. Tecnicamente são extremamente difíceis e, na minha opinião, nem todos conseguem tocá-los com arte.

Pessoalmente, sempre gostei mais do primeiro concerto (apesar do segundo ser o mais “popular”). Em especial, da longa introdução do primeiro movimento (Maestoso), que é quase uma Sinfonia, e de todo o folclore que cerca o segundo movimento (Adagio). É que nesta época Brahms estava perdidamente apaixonado por Clara, esposa de seu grande mentor e incentivador, Robert Schumann. Brahms mais tarde confessou que o segundo movimento do Concerto em Ré Menor op.15 era uma “pintura apaixonada” de Clara…Mais romântico impossível!

Brahms - The Piano Concertos
Nelson Freire - Gewandhausorchester - Riccardo Chailly
Decca
Gravado ao vivo em Novembro de 2005 e Fevereiro de 2006

Frango Assado

sábado, 19 de janeiro de 2008

Fim de semana tranqüilo. Mais tempo para cozinhar. E eu cansado de comer em restaurante a semana inteira. Vontade de comida caseira.

Logo depois do café comecei a pensar no que fazer para o almoço, pois estávamos com hóspedes. Algo saboroso, que não desse muito trabalho. Saí para o supermercado ainda sem inspiração. Vi um maço de sálvia bem bonito e na hora me veio a idéia: Frango. Frango assado com ervas. Bem temperado, com bastante alho… Não, alho vai ficar muito forte…melhor alho poró. E assim fui bolando o cardápio, que agradou as visitas e até a Gabriela, que, faz tempo, já não é muito fã de galináceos.

Para acompanhar, polenta mole, salada verde e um Pinnotage sul-africano.

Frango Assado com Ervas e Alho Poro

Ingredientes:

- 6 pernas de frango (coxa + sobrecoxa) desossadas.
- Suco de 1 limão.
- 1 colher de sopa de sálvia fresca, picada grosseiramente.
- 1 colher de sopa de alecrim fresco, picado grosseiramente.
- 3 folhas de louro inteiras (frescas).
- 1 colher de sobremesa de tomilho.
- 1 talo de alho poro, fatiado em rodelas finas (apenas a parte branca).
- Sal e pimenta do reino a gosto.
- 1 copo de Sauvignon Blanc.
- Azeite de oliva extra virgem o quanto baste.
- 1 pitada de páprica picante.

Modo de preparo:

1. Em uma tigela grande, faça uma marinada com: limão, sálvia, alecrim, as folhas de louro, tomilho, o alho, sal, pimenta do reino e o Sauvignon Blanc.
2. Coloque as pernas desossadas na marinada e deixe descansando na geladeira por 2 horas.
3. Num refratário, acomode as pernas desossadas, vertendo a marinada sobre elas. Regue com um fio de azeite.
4. Leve ao forno a 260°C por 45 minutos. Após este período, retire o refratário do forno. Se houver o excesso de líquido, retire-o com uma colher. Regue com um fio de azeite. Salpique um pouco de páprica picante, apenas para “dar uma cor”.
5. Volte o refratário ao forno por mais 15 minutos ou até que as pernas desossadas estejam douradas.
6. Sirva imediatamente.

Radiola

sábado, 19 de janeiro de 2008

Aqui vai o primeiro post sobre uma das minhas maiores paixões: música clássica. Encontrei esta semana este CD fantástico com os 2 concertos de piano de Brahms por Nelson Freire (dispensa comentários) e a Gewandhaus de Leipzig com Riccardo Chailly. Muita gente diz que as madeiras das orquestras alemães são insuperáveis. Concordo. Mas, gostei especialmente dos metais nesta gravação. Equilibrados, sem exageros mas conferindo ao conjunto a dramaticidade necessária. E o melhor: a gravação é ao vivo. O que sempre prefiro nestes tempos de alta tecnologia.

Nelson Freire está lá com todo o vigor. Resolve bem as dificuldades técnicas do concerto, dando fluência e fraseado que muitos pianistas não conseguem. Uma interpretação que se impõe. Com elegância.

Chailly, correto e experiente como sempre, deixa a obra fluir livre e não tolhe a interpretação de Freire.

Quanto às obras, são dois marcos do Romantismo. E Brahms inovou em vários aspectos nestes dois concertos. A ponto de receberem uma recepção bastante fria do público e da crítica à época de suas respectivas estréias. Tecnicamente são extremamente difíceis e, na minha opinião, nem todos conseguem tocá-los com arte.

Pessoalmente, sempre gostei mais do primeiro concerto (apesar do segundo ser o mais “popular”). Em especial, da longa introdução do primeiro movimento (Maestoso), que é quase uma Sinfonia, e de todo o folclore que cerca o segundo movimento (Adagio). É que nesta época Brahms estava perdidamente apaixonado por Clara, esposa de seu grande mentor e incentivador, Robert Schumann. Brahms mais tarde confessou que o segundo movimento do Concerto em Ré Menor op.15 era uma “pintura apaixonada” de Clara…Mais romântico impossível!

Brahms - The Piano Concertos
Nelson Freire - Gewandhausorchester - Riccardo Chailly
Decca
Gravado ao vivo em Novembro de 2005 e Fevereiro de 2006

Ultimate Frozen Yogurt da Ana Elisa!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Dez! Esta receita veio do blog La Cucinetta e faz jus ao título do post. Facílimo de fazer, desde que você tenha uma sorveteira (um apetrecho que nestes dias de verão tenho achado imprescindível). Adaptei apenas a quantidade de açúcar. Ou melhor, coloquei um pouco mais de iogurte porque queria um frozen um pouco menos doce.

Exceto pela quantidade de iogurte, fiz como a Ana Elisa ensinou. Misturei 1000g de iogurte natural com ½ xícara de açúcar, 2 pitadas de sal e 1 colher de chá de essência de baunilha. Deixei na geladeira por 1 hora e depois levei à sorveteira até tomar consistência. Coloquei num pote de sorvete e deixei no freezer até o dia seguinte.

Queria servir com uma calda de jabuticaba. Procurei em 2 frutarias perto de casa mas não encontrei. Resolvi substituir por calda de cerejas frescas: descarocei 300g de cerejas chilenas extra-grandes (muito fácil, é só usar o descaroçador de azeitonas!). Então, levei-as ao fogo em uma panela pequena com 150g de açúcar e 150ml de água. Deixei cozinhado em fogo baixo por aproximadamente 20 minutos e despejei as cerejas ainda quentes sobre o frozen yogurt. Atenção: não espere desta calda o sabor artificial de maraschino…ela tem gosto frutado, natural e combinou muito bem com o sorvete. Leve, refrescante, perfeito!

Ultimate Frozen Yogurt da Ana Elisa!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Dez! Esta receita veio do blog La Cucinetta e faz jus ao título do post. Facílimo de fazer, desde que você tenha uma sorveteira (um apetrecho que nestes dias de verão tenho achado imprescindível). Adaptei apenas a quantidade de açúcar. Ou melhor, coloquei um pouco mais de iogurte porque queria um frozen um pouco menos doce.

Exceto pela quantidade de iogurte, fiz como a Ana Elisa ensinou. Misturei 1000g de iogurte natural com ½ xícara de açúcar, 2 pitadas de sal e 1 colher de chá de essência de baunilha. Deixei na geladeira por 1 hora e depois levei à sorveteira até tomar consistência. Coloquei num pote de sorvete e deixei no freezer até o dia seguinte.

Queria servir com uma calda de jabuticaba. Procurei em 2 frutarias perto de casa mas não encontrei. Resolvi substituir por calda de cerejas frescas: descarocei 300g de cerejas chilenas extra-grandes (muito fácil, é só usar o descaroçador de azeitonas!). Então, levei-as ao fogo em uma panela pequena com 150g de açúcar e 150ml de água. Deixei cozinhado em fogo baixo por aproximadamente 20 minutos e despejei as cerejas ainda quentes sobre o frozen yogurt. Atenção: não espere desta calda o sabor artificial de maraschino…ela tem gosto frutado, natural e combinou muito bem com o sorvete. Leve, refrescante, perfeito!

Dia do Caçador

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Este é um post bem fora do contexto. Mas blog também serve para a gente expressar a opinião.

A historinha é verídica e começa assim: Nos anos 80, o Sr. Fulano, um bem sucedido diretor de multinacional, era cliente do Citibank, que lhe dava tratamento vip. Acesso às melhores taxas, cartões, crédito pessoal, gerente-exclusivo, nada de filas, tudo era maravilhoso. Como dizia o slogan daquela época, “The Citi never sleeps…”

Acontece que no começo dos anos 90 o Sr. Fulano resolveu dar uma virada na vida: deixou a multinacional, o cargo e suas mordomias. Abriu um negócio próprio. Continuou com o Citi. Afinal, sempre lhe trataram tão bem…

Infelizmente, o negócio não deu certo. Em cinco anos o Sr. Fulano consumiu todo o seu patrimônio. Para completar, entrou fundo no limite do cheque especial. E descobriu então a verdadeira cara de seu “banco-parceiro” (que no final das contas é a cara de todo banco). Nunca foi tão infernizado pelo gerente-exclusivo e seus assistentes. Depois, agências de cobrança passaram a telefonar para sua casa. Sempre de madrugada (foi quando ele entendeu o que significa “The Citi never sleeps…”).

A dívida foi crescendo, de acordo com as taxas de juros leoninas que o Citi decidia cobrar. Em valores de hoje, R$ 2.000 se transformaram em R$ 30.000!

Como o Sr. Fulano estava “quebrado”, não pagou nada. Nem tinha como. Seu nome ficou “sujo”. Conta em banco privado, talão de cheques e cartão, nunca mais.. Vivia apenas do INSS e de uma mesada que os filhos lhe davam (ainda bem que os filhos estavam todos bem empregados!).

Porém, o golpe mais duro foi mesmo na auto-estima do ex-alto-executivo-de-grande-multinacional.

Passados 10 anos, eis que o departamento jurídico do Citi volta a procurar o Sr. Fulano. Queriam conversar e re-negociar. E a dívida que um dia fora de R$ 50.000 foi liquidada por apenas R$ 1.200! E é por isso que fico indignado. Não teria sido mais fácil fazer esta proposta logo no começo? Resolver o problema, não incomodar mais o Sr. Fulano, deixar o seu nome “limpo”? Impossível. Bancos fazem este jogo sujo, bancos são assim.

Dei esta volta toda para dizer que ontem li, com uma pontinha de alegria, a manchete do Valor Econômico: “Rombo do Citi derruba mercados – (…) O Citigroup anunciou ontem prejuízo de US$ 9.83 bilhões no quarto trimestre do ano passado(…) “. Não resisti e liguei para o Sr. Fulano. Ele se sentiu vingado! Desculpem-me o clichê: um dia é da caça, o outro do caçador.

Dia do Caçador

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Este é um post bem fora do contexto. Mas blog também serve para a gente expressar a opinião.

A historinha é verídica e começa assim: Nos anos 80, o Sr. Fulano, um bem sucedido diretor de multinacional, era cliente do Citibank, que lhe dava tratamento vip. Acesso às melhores taxas, cartões, crédito pessoal, gerente-exclusivo, nada de filas, tudo era maravilhoso. Como dizia o slogan daquela época, “The Citi never sleeps…”

Acontece que no começo dos anos 90 o Sr. Fulano resolveu dar uma virada na vida: deixou a multinacional, o cargo e suas mordomias. Abriu um negócio próprio. Continuou com o Citi. Afinal, sempre lhe trataram tão bem…

Infelizmente, o negócio não deu certo. Em cinco anos o Sr. Fulano consumiu todo o seu patrimônio. Para completar, entrou fundo no limite do cheque especial. E descobriu então a verdadeira cara de seu “banco-parceiro” (que no final das contas é a cara de todo banco). Nunca foi tão infernizado pelo gerente-exclusivo e seus assistentes. Depois, agências de cobrança passaram a telefonar para sua casa. Sempre de madrugada (foi quando ele entendeu o que significa “The Citi never sleeps…”).

A dívida foi crescendo, de acordo com as taxas de juros leoninas que o Citi decidia cobrar. Em valores de hoje, R$ 2.000 se transformaram em R$ 30.000!

Como o Sr. Fulano estava “quebrado”, não pagou nada. Nem tinha como. Seu nome ficou “sujo”. Conta em banco privado, talão de cheques e cartão, nunca mais.. Vivia apenas do INSS e de uma mesada que os filhos lhe davam (ainda bem que os filhos estavam todos bem empregados!).

Porém, o golpe mais duro foi mesmo na auto-estima do ex-alto-executivo-de-grande-multinacional.

Passados 10 anos, eis que o departamento jurídico do Citi volta a procurar o Sr. Fulano. Queriam conversar e re-negociar. E a dívida que um dia fora de R$ 50.000 foi liquidada por apenas R$ 1.200! E é por isso que fico indignado. Não teria sido mais fácil fazer esta proposta logo no começo? Resolver o problema, não incomodar mais o Sr. Fulano, deixar o seu nome “limpo”? Impossível. Bancos fazem este jogo sujo, bancos são assim.

Dei esta volta toda para dizer que ontem li, com uma pontinha de alegria, a manchete do Valor Econômico: “Rombo do Citi derruba mercados – (…) O Citigroup anunciou ontem prejuízo de US$ 9.83 bilhões no quarto trimestre do ano passado(…) “. Não resisti e liguei para o Sr. Fulano. Ele se sentiu vingado! Desculpem-me o clichê: um dia é da caça, o outro do caçador.

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