Tudo perfeito, exceto por um detalhe: eu nunca havia feito a tal sopa espanhola. Conhecia apenas sua fama: ser refrescante, saborosa e de fácil preparo. Como de costume nestes casos, fui pesquisar a receita na internet. Não achei nenhuma que me contentasse totalmente. Adaptei então aquela que achei mais coerente. Começando por branquear o alho e a cebola na água fervente por 3 minutos. Assim o sabor seria mais suave. Não coloquei o pão que a maioria das receitas recomenda. Por puro esquecimento. Substituí o vinagre comum por outro com ervas, que eu mesmo fiz há algum tempo (3 ramos de alecrim, 2 dentes de alho e um pouco de pimenta do reino em grãos, colocados numa garrafa que completei com vinagre branco de boa qualidade). Também não passei a sopa pela peneira. Não precisou. Piquei parte do pepino, com casca, em quadradinhos de 0,5cm que coloquei nas canecas na hora de servir (é, resolvi levar à mesa em canecas, para ficar diferente). Para acompanhar, um pão italiano integral que assei naquela noite. Resultado final: não sobrou nem vinho, nem pão, nem sopa.
Minha Adaptação de Gazpacho
Ingredientes:
- 5 tomates bem maduros, sem a parte superior (a do cabo).
- 1 pepino japonês sem casca.
- ½ pepino japonês com casca, picado em quadradinhos de 0,5cm.
- 3 dentes de alho descascados.
- ½ cebola descascada.
- ½ pimentão vermelho sem os caroços.
- 1 e ½ colher de sopa de vinagre de ervas.
- 2 colheres de sopa de azeite.
- 200ml de água mineral gelada.
- Sal a gosto.
Modo de Preparo:
1. Branqueie os dentes de alho e a cebola em água fervente por 3 minutos. Escorra e reserve.
2. Bata no liquidificador os tomates, os dentes de alho, a cebola, o pepino descascado, o pimentão, o vinagre, o azeite e a água até que a mistura esteja bem homogênea.
3. Acerte o sal.
4. Leve à geladeira por cerca de meia hora.
5. Sirva em uma caneca com 1 colher de sopa do pepino picado e 1 fio de azeite.
Tudo perfeito, exceto por um detalhe: eu nunca havia feito a tal sopa espanhola. Conhecia apenas sua fama: ser refrescante, saborosa e de fácil preparo. Como de costume nestes casos, fui pesquisar a receita na internet. Não achei nenhuma que me contentasse totalmente. Adaptei então aquela que achei mais coerente. Começando por branquear o alho e a cebola na água fervente por 3 minutos. Assim o sabor seria mais suave. Não coloquei o pão que a maioria das receitas recomenda. Por puro esquecimento. Substituí o vinagre comum por outro com ervas, que eu mesmo fiz há algum tempo (3 ramos de alecrim, 2 dentes de alho e um pouco de pimenta do reino em grãos, colocados numa garrafa que completei com vinagre branco de boa qualidade). Também não passei a sopa pela peneira. Não precisou. Piquei parte do pepino, com casca, em quadradinhos de 0,5cm que coloquei nas canecas na hora de servir (é, resolvi levar à mesa em canecas, para ficar diferente). Para acompanhar, um pão italiano integral que assei naquela noite. Resultado final: não sobrou nem vinho, nem pão, nem sopa.
Minha Adaptação de Gazpacho
Ingredientes:
- 5 tomates bem maduros, sem a parte superior (a do cabo).
- 1 pepino japonês sem casca.
- ½ pepino japonês com casca, picado em quadradinhos de 0,5cm.
- 3 dentes de alho descascados.
- ½ cebola descascada.
- ½ pimentão vermelho sem os caroços.
- 1 e ½ colher de sopa de vinagre de ervas.
- 2 colheres de sopa de azeite.
- 200ml de água mineral gelada.
- Sal a gosto.
Modo de Preparo:
1. Branqueie os dentes de alho e a cebola em água fervente por 3 minutos. Escorra e reserve.
2. Bata no liquidificador os tomates, os dentes de alho, a cebola, o pepino descascado, o pimentão, o vinagre, o azeite e a água até que a mistura esteja bem homogênea.
3. Acerte o sal.
4. Leve à geladeira por cerca de meia hora.
5. Sirva em uma caneca com 1 colher de sopa do pepino picado e 1 fio de azeite.
‘In dubita pro réu’, já que meu cunhado não é de mesquinharias.
Fui verificar os poucos livros sobre vinho que tenho em casa, nunca lidos, por pura preguiça:
-“La Clef des Vignes” – bacana, mas só fala sobre França.
-“101 Dicas Essenciais” – muito genérico.
-“Larousse do Vinho” – Ganhei num evento e ainda estava na embalagem. Foi o que ajudou mais.
Descobri que:
Com estas informações em mente, fui fuçar na internet e encontrei o seguinte:
- Aromas de fruto vermelho, coco queimado e baunilha. Na boca é elegante e harmônico. Muito saboroso com ótimo equilíbrio entre álcool/taninos/acidez. Retrogosto persistente de cereja. (www.belovinho.com.br em 2007)
-Um gostoso e perfumado aroma de flores, trufas, cereja e baunilha. Corpo sedoso e de média concentração que apresenta funghi, terra molhada, cereja e algum tostado. Boa acidez e saboroso meio de boca, com uma boa persistência e delicioso final.Excelente. (www.cellartracker.com em agosto de 2007).
- Wine Advocate review: The 2000 Reserva Vina Alberdi is a blend of 80% Tempranillo and 20% Mazuela (Carignan). Medium ruby in color, it exhibits a nicely developed and expressive nose of cedar, spice, and red currants. Light to medium-bodied, seamless, elegant, and ripe, drink this wine now and over the next 3-4 years. (28/2/2007)
São três a zero pro meu cunhado. Só me resta deixar a garrafa deitada até o verão passar, escolher um prato que combine (sugestões são bem-vindas!) e convidar o cunhado para compartilhar o vinho comigo!
P.S.: Os iniciados me perdoem se este post pareceu bobo demais. Só queria dividir esta experiência de “pesquisa”.
‘In dubita pro réu’, já que meu cunhado não é de mesquinharias.
Fui verificar os poucos livros sobre vinho que tenho em casa, nunca lidos, por pura preguiça:
-“La Clef des Vignes” – bacana, mas só fala sobre França.
-“101 Dicas Essenciais” – muito genérico.
-“Larousse do Vinho” – Ganhei num evento e ainda estava na embalagem. Foi o que ajudou mais.
Descobri que:
Com estas informações em mente, fui fuçar na internet e encontrei o seguinte:
- Aromas de fruto vermelho, coco queimado e baunilha. Na boca é elegante e harmônico. Muito saboroso com ótimo equilíbrio entre álcool/taninos/acidez. Retrogosto persistente de cereja. (www.belovinho.com.br em 2007)
-Um gostoso e perfumado aroma de flores, trufas, cereja e baunilha. Corpo sedoso e de média concentração que apresenta funghi, terra molhada, cereja e algum tostado. Boa acidez e saboroso meio de boca, com uma boa persistência e delicioso final.Excelente. (www.cellartracker.com em agosto de 2007).
- Wine Advocate review: The 2000 Reserva Vina Alberdi is a blend of 80% Tempranillo and 20% Mazuela (Carignan). Medium ruby in color, it exhibits a nicely developed and expressive nose of cedar, spice, and red currants. Light to medium-bodied, seamless, elegant, and ripe, drink this wine now and over the next 3-4 years. (28/2/2007)
São três a zero pro meu cunhado. Só me resta deixar a garrafa deitada até o verão passar, escolher um prato que combine (sugestões são bem-vindas!) e convidar o cunhado para compartilhar o vinho comigo!
P.S.: Os iniciados me perdoem se este post pareceu bobo demais. Só queria dividir esta experiência de “pesquisa”.
A embalagem contava que este tipo de arroz já era cultivado na China há mais de 4 mil anos e só o Imperador podia comer. Por isto era conhecido como “arroz proibido”. Quem conhece um pouco da história da China vai dizer que isto é uma grande balela. Concordo. Lendas marketeiras à parte, o produto foi desenvolvido aqui no Brasil pelo Instituto Agronômico de Campinas e a variedade foi batizada como IAC-600.
Achei que seria interessante inverter o trivial. Por que não “arroz preto com salada de feijão branco”? E já que estava misturando as cores, complementei com tomate verde, para dar um toque de acidez. Para finalizar, folhas de coentro inteiras (apenas destacadas dos caules, sem picar) deram um certo frescor à salada.
Moral da estória: o sabor do arroz preto é mais suave do que o do arroz integral tipo “cateto”. Os grãos são mais macios e o resultado final mais “cremoso”. Contrastou e combinou bem com a salada fria, temperada e refrescante.
Arroz Preto
Ingredientes:
- 1 xícara de arroz preto.
- 2 e ½ xícaras de água fervente.
- 2 dentes de alho espremidos.
- 1 colher de sopa bem cheia de manteiga.
- Sal a gosto.
Modo de preparo:
1. Coloque a panela de pressão no fogo alto, sem a tampa. Quando a panela aquecer, acrescente o arroz e mexa de vez em quanto com uma colher de pau.
2. Depois de alguns minutos, o arroz vai começar a “pipocar”. Neste momento, acrescente a manteiga e o alho. Misture e refogue por um minuto, sem deixar o alho queimar.
3. Acrescente a água fervente e tampe a panela de pressão.
4. Quando a válvula da panela começar a chiar, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 25 minutos. Após este período, desligue o fogo e espere a panela perder a pressão (aproximadamente 10 minutos. Você saberá quando mexer na válvula e não sair vapor algum).
5. Abra a panela e acerte o sal, misturando-o ao arroz, que ainda deve estar bem quente.
6. Sirva bem quente com a salada de feijão branco.
Salada de Feijão Branco e Tomate Verde
Ingredientes:
- 200g de feijão branco.
- 1 folha de louro.
- 2 tomates bem verdes, sem sementes e picados em cubinhos de aproximadamente 0,5cm.
- Um bom punhado de folhas de coentro inteiras (apenas destacadas dos caules).
- 1 pitada de peperoncini picado (ou pimenta calabresa).
- Sal, limão e azeite de oliva extra-virgem a gosto, para temperar.
Modo de preparo:
1. Deixe os feijões de molho na água por cerca de 4 horas. Após este período, cozinhe-os em água abundante com uma folha de louro, até ficarem macios, porém ainda firmes. Escorra e leve à geladeira.
2. Quando os feijões estiverem bem gelados, acrescente os tomates picados e as folhas de coentro. Misture e tempere com sal, azeite e limão.
3. Finalize com uma pitada de peperoncini picado ou pimenta calabresa.
4. Sirva geladinho.
A embalagem contava que este tipo de arroz já era cultivado na China há mais de 4 mil anos e só o Imperador podia comer. Por isto era conhecido como “arroz proibido”. Quem conhece um pouco da história da China vai dizer que isto é uma grande balela. Concordo. Lendas marketeiras à parte, o produto foi desenvolvido aqui no Brasil pelo Instituto Agronômico de Campinas e a variedade foi batizada como IAC-600.
Achei que seria interessante inverter o trivial. Por que não “arroz preto com salada de feijão branco”? E já que estava misturando as cores, complementei com tomate verde, para dar um toque de acidez. Para finalizar, folhas de coentro inteiras (apenas destacadas dos caules, sem picar) deram um certo frescor à salada.
Moral da estória: o sabor do arroz preto é mais suave do que o do arroz integral tipo “cateto”. Os grãos são mais macios e o resultado final mais “cremoso”. Contrastou e combinou bem com a salada fria, temperada e refrescante.
Arroz Preto
Ingredientes:
- 1 xícara de arroz preto.
- 2 e ½ xícaras de água fervente.
- 2 dentes de alho espremidos.
- 1 colher de sopa bem cheia de manteiga.
- Sal a gosto.
Modo de preparo:
1. Coloque a panela de pressão no fogo alto, sem a tampa. Quando a panela aquecer, acrescente o arroz e mexa de vez em quanto com uma colher de pau.
2. Depois de alguns minutos, o arroz vai começar a “pipocar”. Neste momento, acrescente a manteiga e o alho. Misture e refogue por um minuto, sem deixar o alho queimar.
3. Acrescente a água fervente e tampe a panela de pressão.
4. Quando a válvula da panela começar a chiar, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 25 minutos. Após este período, desligue o fogo e espere a panela perder a pressão (aproximadamente 10 minutos. Você saberá quando mexer na válvula e não sair vapor algum).
5. Abra a panela e acerte o sal, misturando-o ao arroz, que ainda deve estar bem quente.
6. Sirva bem quente com a salada de feijão branco.
Salada de Feijão Branco e Tomate Verde
Ingredientes:
- 200g de feijão branco.
- 1 folha de louro.
- 2 tomates bem verdes, sem sementes e picados em cubinhos de aproximadamente 0,5cm.
- Um bom punhado de folhas de coentro inteiras (apenas destacadas dos caules).
- 1 pitada de peperoncini picado (ou pimenta calabresa).
- Sal, limão e azeite de oliva extra-virgem a gosto, para temperar.
Modo de preparo:
1. Deixe os feijões de molho na água por cerca de 4 horas. Após este período, cozinhe-os em água abundante com uma folha de louro, até ficarem macios, porém ainda firmes. Escorra e leve à geladeira.
2. Quando os feijões estiverem bem gelados, acrescente os tomates picados e as folhas de coentro. Misture e tempere com sal, azeite e limão.
3. Finalize com uma pitada de peperoncini picado ou pimenta calabresa.
4. Sirva geladinho.