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Arquivo de fevereiro de 2008

Premiado!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
O AmuseBouche recebeu hoje o seu primeiro prêmio, indicado pelo La Cucinetta, junto com mais outros 6 blogs. Fiquei muito feliz, não só pelo prêmio em si, mas principalmente por saber que tem gente lendo, interagindo e gostando do blog.

Quem recebe o prêmio deve indicar outros 7 blogs de que gosta, visita e comenta regularmente. Aí vão meus preferidos:

E…não posso esquecer: obrigado, Ana, pela indicação!!!

Premiado!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
O AmuseBouche recebeu hoje o seu primeiro prêmio, indicado pelo La Cucinetta, junto com mais outros 6 blogs. Fiquei muito feliz, não só pelo prêmio em si, mas principalmente por saber que tem gente lendo, interagindo e gostando do blog.

Quem recebe o prêmio deve indicar outros 7 blogs de que gosta, visita e comenta regularmente. Aí vão meus preferidos:

E…não posso esquecer: obrigado, Ana, pela indicação!!!

Sopa Fria

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Há ocasiões em que se cozinha em função do vinho que vai ser bebido. Foi o caso nesta semana. Aproveitei o calor que voltou a São Paulo para abrir um “Vicar’s Choice” comprado no começo do mês. Achei que seria bom combiná-lo com uma sopa fria. Pensei primeiro numa Vichyssoise, mas acabei optando por um Gazpacho. Queria algo bem leve, fresco e que interferisse quase nada no vinho.

Tudo perfeito, exceto por um detalhe: eu nunca havia feito a tal sopa espanhola. Conhecia apenas sua fama: ser refrescante, saborosa e de fácil preparo. Como de costume nestes casos, fui pesquisar a receita na internet. Não achei nenhuma que me contentasse totalmente. Adaptei então aquela que achei mais coerente. Começando por branquear o alho e a cebola na água fervente por 3 minutos. Assim o sabor seria mais suave. Não coloquei o pão que a maioria das receitas recomenda. Por puro esquecimento. Substituí o vinagre comum por outro com ervas, que eu mesmo fiz há algum tempo (3 ramos de alecrim, 2 dentes de alho e um pouco de pimenta do reino em grãos, colocados numa garrafa que completei com vinagre branco de boa qualidade). Também não passei a sopa pela peneira. Não precisou. Piquei parte do pepino, com casca, em quadradinhos de 0,5cm que coloquei nas canecas na hora de servir (é, resolvi levar à mesa em canecas, para ficar diferente). Para acompanhar, um pão italiano integral que assei naquela noite. Resultado final: não sobrou nem vinho, nem pão, nem sopa.

Minha Adaptação de Gazpacho

Ingredientes:

- 5 tomates bem maduros, sem a parte superior (a do cabo).
- 1 pepino japonês sem casca.
- ½ pepino japonês com casca, picado em quadradinhos de 0,5cm.
- 3 dentes de alho descascados.
- ½ cebola descascada.
- ½ pimentão vermelho sem os caroços.
- 1 e ½ colher de sopa de vinagre de ervas.
- 2 colheres de sopa de azeite.
- 200ml de água mineral gelada.
- Sal a gosto.

Modo de Preparo:

1. Branqueie os dentes de alho e a cebola em água fervente por 3 minutos. Escorra e reserve.
2. Bata no liquidificador os tomates, os dentes de alho, a cebola, o pepino descascado, o pimentão, o vinagre, o azeite e a água até que a mistura esteja bem homogênea.
3. Acerte o sal.
4. Leve à geladeira por cerca de meia hora.
5. Sirva em uma caneca com 1 colher de sopa do pepino picado e 1 fio de azeite.

Sopa Fria

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Há ocasiões em que se cozinha em função do vinho que vai ser bebido. Foi o caso nesta semana. Aproveitei o calor que voltou a São Paulo para abrir um “Vicar’s Choice” comprado no começo do mês. Achei que seria bom combiná-lo com uma sopa fria. Pensei primeiro numa Vichyssoise, mas acabei optando por um Gazpacho. Queria algo bem leve, fresco e que interferisse quase nada no vinho.

Tudo perfeito, exceto por um detalhe: eu nunca havia feito a tal sopa espanhola. Conhecia apenas sua fama: ser refrescante, saborosa e de fácil preparo. Como de costume nestes casos, fui pesquisar a receita na internet. Não achei nenhuma que me contentasse totalmente. Adaptei então aquela que achei mais coerente. Começando por branquear o alho e a cebola na água fervente por 3 minutos. Assim o sabor seria mais suave. Não coloquei o pão que a maioria das receitas recomenda. Por puro esquecimento. Substituí o vinagre comum por outro com ervas, que eu mesmo fiz há algum tempo (3 ramos de alecrim, 2 dentes de alho e um pouco de pimenta do reino em grãos, colocados numa garrafa que completei com vinagre branco de boa qualidade). Também não passei a sopa pela peneira. Não precisou. Piquei parte do pepino, com casca, em quadradinhos de 0,5cm que coloquei nas canecas na hora de servir (é, resolvi levar à mesa em canecas, para ficar diferente). Para acompanhar, um pão italiano integral que assei naquela noite. Resultado final: não sobrou nem vinho, nem pão, nem sopa.

Minha Adaptação de Gazpacho

Ingredientes:

- 5 tomates bem maduros, sem a parte superior (a do cabo).
- 1 pepino japonês sem casca.
- ½ pepino japonês com casca, picado em quadradinhos de 0,5cm.
- 3 dentes de alho descascados.
- ½ cebola descascada.
- ½ pimentão vermelho sem os caroços.
- 1 e ½ colher de sopa de vinagre de ervas.
- 2 colheres de sopa de azeite.
- 200ml de água mineral gelada.
- Sal a gosto.

Modo de Preparo:

1. Branqueie os dentes de alho e a cebola em água fervente por 3 minutos. Escorra e reserve.
2. Bata no liquidificador os tomates, os dentes de alho, a cebola, o pepino descascado, o pimentão, o vinagre, o azeite e a água até que a mistura esteja bem homogênea.
3. Acerte o sal.
4. Leve à geladeira por cerca de meia hora.
5. Sirva em uma caneca com 1 colher de sopa do pepino picado e 1 fio de azeite.

Aprendiz II - Cunhado 3 x Rogério 0

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Estou mesmo levando a sério esta questão de aprofundar meus conhecimentos sobre vinho. Pela primeira vez na vida me dei ao trabalho de pesquisar sobre uma garrafa que ganhei, desta vez de meu cunhado. Trata-se de um Rioja: Viña Alberdi Reserva 2000. Já sabia que La Rioja é uma importante região produtora da Espanha. Na verdade, era tudo que eu sabia. Confesso que desconfiei da idade da garrafa: ganhar um tinto de 2000? Já estamos em 2008! Ou o vinho é muito bom, ou já passou da hora de beber…Será presente de grego?

‘In dubita pro réu’, já que meu cunhado não é de mesquinharias.

Fui verificar os poucos livros sobre vinho que tenho em casa, nunca lidos, por pura preguiça:

-“La Clef des Vignes” – bacana, mas só fala sobre França.
-“101 Dicas Essenciais” – muito genérico.
-“Larousse do Vinho” – Ganhei num evento e ainda estava na embalagem. Foi o que ajudou mais.

Descobri que:

- Minha “biblioteca enológica” está paupérrima (alguma dica a respeito?).
- A produção da Rioja começou a tomar vulto a partir de 1860, quando o Marquês de Riscal introduziu o uso de barricas de carvalho novo, além de outras técnicas aprendidas durante uma estada em Bordeaux.
- A “Rioja Alta”, de onde vem a minha garrafa, está a uma altitude de 400 a 500m e as temperaturas mais frescas propiciam vinhos de melhor qualidade. Um a zero para o meu cunhado.
- A principal cepa da região é a Tempranillo, chamada assim porque amadurece um pouco mais cedo (temprano) do que outras cepas da região.
- Os Riojas tintos “reserva” são postos à venda a partir de seu quarto ano. Precisam passar doze meses em barrica + doze meses em garrafa, no mínimo. Dois a Zero para meu cunhado: aparentemente o vinho ainda deve estar bom.

Com estas informações em mente, fui fuçar na internet e encontrei o seguinte:

- Aromas de fruto vermelho, coco queimado e baunilha. Na boca é elegante e harmônico. Muito saboroso com ótimo equilíbrio entre álcool/taninos/acidez. Retrogosto persistente de cereja. (www.belovinho.com.br em 2007)
-Um gostoso e perfumado aroma de flores, trufas, cereja e baunilha. Corpo sedoso e de média concentração que apresenta funghi, terra molhada, cereja e algum tostado. Boa acidez e saboroso meio de boca, com uma boa persistência e delicioso final.Excelente. (www.cellartracker.com em agosto de 2007).
- Wine Advocate review: The 2000 Reserva Vina Alberdi is a blend of 80% Tempranillo and 20% Mazuela (Carignan). Medium ruby in color, it exhibits a nicely developed and expressive nose of cedar, spice, and red currants. Light to medium-bodied, seamless, elegant, and ripe, drink this wine now and over the next 3-4 years. (28/2/2007)

São três a zero pro meu cunhado. Só me resta deixar a garrafa deitada até o verão passar, escolher um prato que combine (sugestões são bem-vindas!) e convidar o cunhado para compartilhar o vinho comigo!

P.S.: Os iniciados me perdoem se este post pareceu bobo demais. Só queria dividir esta experiência de “pesquisa”.

Aprendiz II - Cunhado 3 x Rogério 0

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Estou mesmo levando a sério esta questão de aprofundar meus conhecimentos sobre vinho. Pela primeira vez na vida me dei ao trabalho de pesquisar sobre uma garrafa que ganhei, desta vez de meu cunhado. Trata-se de um Rioja: Viña Alberdi Reserva 2000. Já sabia que La Rioja é uma importante região produtora da Espanha. Na verdade, era tudo que eu sabia. Confesso que desconfiei da idade da garrafa: ganhar um tinto de 2000? Já estamos em 2008! Ou o vinho é muito bom, ou já passou da hora de beber…Será presente de grego?

‘In dubita pro réu’, já que meu cunhado não é de mesquinharias.

Fui verificar os poucos livros sobre vinho que tenho em casa, nunca lidos, por pura preguiça:

-“La Clef des Vignes” – bacana, mas só fala sobre França.
-“101 Dicas Essenciais” – muito genérico.
-“Larousse do Vinho” – Ganhei num evento e ainda estava na embalagem. Foi o que ajudou mais.

Descobri que:

- Minha “biblioteca enológica” está paupérrima (alguma dica a respeito?).
- A produção da Rioja começou a tomar vulto a partir de 1860, quando o Marquês de Riscal introduziu o uso de barricas de carvalho novo, além de outras técnicas aprendidas durante uma estada em Bordeaux.
- A “Rioja Alta”, de onde vem a minha garrafa, está a uma altitude de 400 a 500m e as temperaturas mais frescas propiciam vinhos de melhor qualidade. Um a zero para o meu cunhado.
- A principal cepa da região é a Tempranillo, chamada assim porque amadurece um pouco mais cedo (temprano) do que outras cepas da região.
- Os Riojas tintos “reserva” são postos à venda a partir de seu quarto ano. Precisam passar doze meses em barrica + doze meses em garrafa, no mínimo. Dois a Zero para meu cunhado: aparentemente o vinho ainda deve estar bom.

Com estas informações em mente, fui fuçar na internet e encontrei o seguinte:

- Aromas de fruto vermelho, coco queimado e baunilha. Na boca é elegante e harmônico. Muito saboroso com ótimo equilíbrio entre álcool/taninos/acidez. Retrogosto persistente de cereja. (www.belovinho.com.br em 2007)
-Um gostoso e perfumado aroma de flores, trufas, cereja e baunilha. Corpo sedoso e de média concentração que apresenta funghi, terra molhada, cereja e algum tostado. Boa acidez e saboroso meio de boca, com uma boa persistência e delicioso final.Excelente. (www.cellartracker.com em agosto de 2007).
- Wine Advocate review: The 2000 Reserva Vina Alberdi is a blend of 80% Tempranillo and 20% Mazuela (Carignan). Medium ruby in color, it exhibits a nicely developed and expressive nose of cedar, spice, and red currants. Light to medium-bodied, seamless, elegant, and ripe, drink this wine now and over the next 3-4 years. (28/2/2007)

São três a zero pro meu cunhado. Só me resta deixar a garrafa deitada até o verão passar, escolher um prato que combine (sugestões são bem-vindas!) e convidar o cunhado para compartilhar o vinho comigo!

P.S.: Os iniciados me perdoem se este post pareceu bobo demais. Só queria dividir esta experiência de “pesquisa”.

Radiola 2 - Sonatas e Partitas para Violino solo de J. S. Bach

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Na minha opinião, as Sonatas e Partitas são a obra definitiva para violino solo (Os 24 caprichos de Paganini? Ah…apenas pirotecnia…). Com elas, Bach avançou pelo menos 2 séculos na história da escrita para violino. Polifonia pura. Grande dificuldade técnica; complexidade musical ainda maior. Foram compostas (ou pelo menos concluídas) na época em que Bach servia ao Príncipe Leopold de Cöthen. Mesmo período dos seis concertos de Brandenburgo, das seis Suítes para Violoncelo solo e outras obras primas.

Existem vários registros importantes, como por exemplo o de Natan Milstein (1973), celébre pela maturidade interpretativa. Eu gosto desta versão de Itzhak Perlman. Apesar de considerá-la levemente “romântica”. Perlman é Perlman, com sua sonoridade e clareza inconfundíveis.

Porém o mais interessante nesta gravação é que Perlman utilizou 2 violinos raríssimos: Nas Sonatas em Dó maior e Lá menor o Antonio Stradivari ‘Soil’ de 1714. Nas demais Sonatas e Partitas o Guarneri del Gesù ‘Ex Sauret’ de cerca de 1740. De forma que, para o ouvido interessado, é possível comparar as diferenças de sonoridade entre os violinos destes 2 maestros-lutaios italianos, tocados por um mesmo intérprete, em peças de uma mesma fase de um mesmo compositor. Oportunidade rara. Raríssima.
J.S. Bach - Sonatas and Partitas for Violin Solo
Itzhak Perlman - Violin
Gravado entre 1986 e1987 - Concordia College - Bronxville, New York
EMI

Radiola 2 - Sonatas e Partitas para Violino solo de J. S. Bach

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Na minha opinião, as Sonatas e Partitas são a obra definitiva para violino solo (Os 24 caprichos de Paganini? Ah…apenas pirotecnia…). Com elas, Bach avançou pelo menos 2 séculos na história da escrita para violino. Polifonia pura. Grande dificuldade técnica; complexidade musical ainda maior. Foram compostas (ou pelo menos concluídas) na época em que Bach servia ao Príncipe Leopold de Cöthen. Mesmo período dos seis concertos de Brandenburgo, das seis Suítes para Violoncelo solo e outras obras primas.

Existem vários registros importantes, como por exemplo o de Natan Milstein (1973), celébre pela maturidade interpretativa. Eu gosto desta versão de Itzhak Perlman. Apesar de considerá-la levemente “romântica”. Perlman é Perlman, com sua sonoridade e clareza inconfundíveis.

Porém o mais interessante nesta gravação é que Perlman utilizou 2 violinos raríssimos: Nas Sonatas em Dó maior e Lá menor o Antonio Stradivari ‘Soil’ de 1714. Nas demais Sonatas e Partitas o Guarneri del Gesù ‘Ex Sauret’ de cerca de 1740. De forma que, para o ouvido interessado, é possível comparar as diferenças de sonoridade entre os violinos destes 2 maestros-lutaios italianos, tocados por um mesmo intérprete, em peças de uma mesma fase de um mesmo compositor. Oportunidade rara. Raríssima.
J.S. Bach - Sonatas and Partitas for Violin Solo
Itzhak Perlman - Violin
Gravado entre 1986 e1987 - Concordia College - Bronxville, New York
EMI

Arroz Preto, Feijão Branco, Tomate Verde…

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Semana passada encontrei um produto que ainda não conhecia: Arroz Preto. Não, não é um prato espanhol (arroz negro) com tinta de lula. Nem o Risotto con nero di sepia italiano. Trata-se de um tipo de arroz integral de grão curto, arredondado, e, obviamente, de coloração preta. Não resisti e acabei pagando R$ 9,20 pelo pacotinho de 250g (!!!) da marca “Ruzene”.

A embalagem contava que este tipo de arroz já era cultivado na China há mais de 4 mil anos e só o Imperador podia comer. Por isto era conhecido como “arroz proibido”. Quem conhece um pouco da história da China vai dizer que isto é uma grande balela. Concordo. Lendas marketeiras à parte, o produto foi desenvolvido aqui no Brasil pelo Instituto Agronômico de Campinas e a variedade foi batizada como IAC-600.

Achei que seria interessante inverter o trivial. Por que não “arroz preto com salada de feijão branco”? E já que estava misturando as cores, complementei com tomate verde, para dar um toque de acidez. Para finalizar, folhas de coentro inteiras (apenas destacadas dos caules, sem picar) deram um certo frescor à salada.

Moral da estória: o sabor do arroz preto é mais suave do que o do arroz integral tipo “cateto”. Os grãos são mais macios e o resultado final mais “cremoso”. Contrastou e combinou bem com a salada fria, temperada e refrescante.

Arroz Preto

Ingredientes:

- 1 xícara de arroz preto.
- 2 e ½ xícaras de água fervente.
- 2 dentes de alho espremidos.
- 1 colher de sopa bem cheia de manteiga.
- Sal a gosto.

Modo de preparo:

1. Coloque a panela de pressão no fogo alto, sem a tampa. Quando a panela aquecer, acrescente o arroz e mexa de vez em quanto com uma colher de pau.
2. Depois de alguns minutos, o arroz vai começar a “pipocar”. Neste momento, acrescente a manteiga e o alho. Misture e refogue por um minuto, sem deixar o alho queimar.
3. Acrescente a água fervente e tampe a panela de pressão.
4. Quando a válvula da panela começar a chiar, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 25 minutos. Após este período, desligue o fogo e espere a panela perder a pressão (aproximadamente 10 minutos. Você saberá quando mexer na válvula e não sair vapor algum).
5. Abra a panela e acerte o sal, misturando-o ao arroz, que ainda deve estar bem quente.
6. Sirva bem quente com a salada de feijão branco.

Salada de Feijão Branco e Tomate Verde

Ingredientes:

- 200g de feijão branco.
- 1 folha de louro.
- 2 tomates bem verdes, sem sementes e picados em cubinhos de aproximadamente 0,5cm.
- Um bom punhado de folhas de coentro inteiras (apenas destacadas dos caules).
- 1 pitada de peperoncini picado (ou pimenta calabresa).
- Sal, limão e azeite de oliva extra-virgem a gosto, para temperar.

Modo de preparo:

1. Deixe os feijões de molho na água por cerca de 4 horas. Após este período, cozinhe-os em água abundante com uma folha de louro, até ficarem macios, porém ainda firmes. Escorra e leve à geladeira.
2. Quando os feijões estiverem bem gelados, acrescente os tomates picados e as folhas de coentro. Misture e tempere com sal, azeite e limão.
3. Finalize com uma pitada de peperoncini picado ou pimenta calabresa.
4. Sirva geladinho.

Arroz Preto, Feijão Branco, Tomate Verde…

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Semana passada encontrei um produto que ainda não conhecia: Arroz Preto. Não, não é um prato espanhol (arroz negro) com tinta de lula. Nem o Risotto con nero di sepia italiano. Trata-se de um tipo de arroz integral de grão curto, arredondado, e, obviamente, de coloração preta. Não resisti e acabei pagando R$ 9,20 pelo pacotinho de 250g (!!!) da marca “Ruzene”.

A embalagem contava que este tipo de arroz já era cultivado na China há mais de 4 mil anos e só o Imperador podia comer. Por isto era conhecido como “arroz proibido”. Quem conhece um pouco da história da China vai dizer que isto é uma grande balela. Concordo. Lendas marketeiras à parte, o produto foi desenvolvido aqui no Brasil pelo Instituto Agronômico de Campinas e a variedade foi batizada como IAC-600.

Achei que seria interessante inverter o trivial. Por que não “arroz preto com salada de feijão branco”? E já que estava misturando as cores, complementei com tomate verde, para dar um toque de acidez. Para finalizar, folhas de coentro inteiras (apenas destacadas dos caules, sem picar) deram um certo frescor à salada.

Moral da estória: o sabor do arroz preto é mais suave do que o do arroz integral tipo “cateto”. Os grãos são mais macios e o resultado final mais “cremoso”. Contrastou e combinou bem com a salada fria, temperada e refrescante.

Arroz Preto

Ingredientes:

- 1 xícara de arroz preto.
- 2 e ½ xícaras de água fervente.
- 2 dentes de alho espremidos.
- 1 colher de sopa bem cheia de manteiga.
- Sal a gosto.

Modo de preparo:

1. Coloque a panela de pressão no fogo alto, sem a tampa. Quando a panela aquecer, acrescente o arroz e mexa de vez em quanto com uma colher de pau.
2. Depois de alguns minutos, o arroz vai começar a “pipocar”. Neste momento, acrescente a manteiga e o alho. Misture e refogue por um minuto, sem deixar o alho queimar.
3. Acrescente a água fervente e tampe a panela de pressão.
4. Quando a válvula da panela começar a chiar, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 25 minutos. Após este período, desligue o fogo e espere a panela perder a pressão (aproximadamente 10 minutos. Você saberá quando mexer na válvula e não sair vapor algum).
5. Abra a panela e acerte o sal, misturando-o ao arroz, que ainda deve estar bem quente.
6. Sirva bem quente com a salada de feijão branco.

Salada de Feijão Branco e Tomate Verde

Ingredientes:

- 200g de feijão branco.
- 1 folha de louro.
- 2 tomates bem verdes, sem sementes e picados em cubinhos de aproximadamente 0,5cm.
- Um bom punhado de folhas de coentro inteiras (apenas destacadas dos caules).
- 1 pitada de peperoncini picado (ou pimenta calabresa).
- Sal, limão e azeite de oliva extra-virgem a gosto, para temperar.

Modo de preparo:

1. Deixe os feijões de molho na água por cerca de 4 horas. Após este período, cozinhe-os em água abundante com uma folha de louro, até ficarem macios, porém ainda firmes. Escorra e leve à geladeira.
2. Quando os feijões estiverem bem gelados, acrescente os tomates picados e as folhas de coentro. Misture e tempere com sal, azeite e limão.
3. Finalize com uma pitada de peperoncini picado ou pimenta calabresa.
4. Sirva geladinho.

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