David, ontem à noite na pizzaria:
- Pai, a pizza portuguesa foi mesmo inventada em Portugal?
:))
David, ontem à noite na pizzaria:
- Pai, a pizza portuguesa foi mesmo inventada em Portugal?
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David, ontem à noite na pizzaria:
- Pai, a pizza portuguesa foi mesmo inventada em Portugal?
:))
Pobre Gabriela. Se existe alguém que não é nada romântico, este sou eu. Quando se fala em dia dos namorados, por exemplo, me vem à cabeça a comemoração piegas, forçada, quase artificial. Não tem nada a ver comigo. Não sou de mandar flores, fazer supresas ou esconder bilhetinhos açucarados. Não apareço em casa com caixa de bombons, não fico fazendo declarações. Quando muito, me esforço para lembrar do aniversário de casamento e tento caprichar no presente.
Da mesma forma, não sou muito chegado aos compositores do Romantismo. Brahms, um pouco de Mahler, os concertos para violino da época, se, e somente se, tocados por intérpretes competentes. Talvez os quartetos para cordas de Schubert. É o que costumo ouvir daquele período. E olhe lá. Não desmereço os românticos com sua grande contribuição para a história da música de concerto. Apenas não gosto. Sou um cara mais Charles Ives, Hindemith, Janacék, Shostakovitch…Se é para relacionar música e amor, ouçamos então os impressionistas. E vivam Fauré, Debussy, Ravel e cia.! Ponto para os barrocos, que, pelo jeito, não eram tão preocupados com as coisas do coração.
Em se tratando de amor, prefiro expressar-me de forma mais sutil, inteligente e útil. Ficar com as crianças para ela poder sair com as amigas é prova de amor. Um cinema no meio da semana, uma receita especial, um cd bacana também. Por acaso comprei outro dia o ótimo “Songs for Distingué Lovers”. Para quem gosta de comemoração, este se presta bem à trilha sonora do próximo dia 12. Por que é um CD legal? Primeiro, porque é Billie Holliday. Segundo, porque o repertório são “standards” muito bem escolhidos. Irmãos Gershwin, Porter…Por último, Billie está acompanhada por um time de primeira que toca arranjos muito bonitos e bem acabados. Se você quiser conquistar, é trilha sonora elegante e de bom gosto.
Taí minha contribuição para os leitores apaixonados. E chega. Que já estou com coceira de falar tanto sobre amor…
Songs for Distingué Lovers - Billie Hiliday
Maioria das faixas gravadas nos estúdios da Verve em janeiro de 1957
Verve Records
Foto da capa: Burt Goldblatt
Pobre Gabriela. Se existe alguém que não é nada romântico, este sou eu. Quando se fala em dia dos namorados, por exemplo, me vem à cabeça a comemoração piegas, forçada, quase artificial. Não tem nada a ver comigo. Não sou de mandar flores, fazer supresas ou esconder bilhetinhos açucarados. Não apareço em casa com caixa de bombons, não fico fazendo declarações. Quando muito, me esforço para lembrar do aniversário de casamento e tento caprichar no presente.
Da mesma forma, não sou muito chegado aos compositores do Romantismo. Brahms, um pouco de Mahler, os concertos para violino da época, se, e somente se, tocados por intérpretes competentes. Talvez os quartetos para cordas de Schubert. É o que costumo ouvir daquele período. E olhe lá. Não desmereço os românticos com sua grande contribuição para a história da música de concerto. Apenas não gosto. Sou um cara mais Charles Ives, Hindemith, Janacék, Shostakovitch…Se é para relacionar música e amor, ouçamos então os impressionistas. E vivam Fauré, Debussy, Ravel e cia.! Ponto para os barrocos, que, pelo jeito, não eram tão preocupados com as coisas do coração.
Em se tratando de amor, prefiro expressar-me de forma mais sutil, inteligente e útil. Ficar com as crianças para ela poder sair com as amigas é prova de amor. Um cinema no meio da semana, uma receita especial, um cd bacana também. Por acaso comprei outro dia o ótimo “Songs for Distingué Lovers”. Para quem gosta de comemoração, este se presta bem à trilha sonora do próximo dia 12. Por que é um CD legal? Primeiro, porque é Billie Holliday. Segundo, porque o repertório são “standards” muito bem escolhidos. Irmãos Gershwin, Porter…Por último, Billie está acompanhada por um time de primeira que toca arranjos muito bonitos e bem acabados. Se você quiser conquistar, é trilha sonora elegante e de bom gosto.
Taí minha contribuição para os leitores apaixonados. E chega. Que já estou com coceira de falar tanto sobre amor…
Songs for Distingué Lovers - Billie Hiliday
Maioria das faixas gravadas nos estúdios da Verve em janeiro de 1957
Verve Records
Foto da capa: Burt Goldblatt
Um pulinho na Europa, depois Arábia Saudita e Emirados. Voltamos no dia 11.
Até lá!
É impressionante como ainda existe preconceito contra carne de porco. Tenho um amigo que não come de jeito nenhum. E não é por questões religiosas (neste caso, todo o meu repeito a Judeus e Muçulmanos). Ele diz que é uma carne pesada, indigesta, que faz mal e é suja. Em compensação, fuma 2 maços e meio por dia…
Incoerências à parte, já faz tempo que a carne suína oferecida nos açougues supermercados tem procedência garantida. Quase não se cria mais aquele “porco-banha” de antigamente, que se alimentava de restos de comida e vivia na pocilga lá do sítio. Hoje o manejo é controlado. As condições sanitárias atendem a padrões internacionais (inclusive de bem-estar animal). Isto porque boa parte da produção brasileira de carne suína é exportada. Maiores detalhes sobre as exportações brasileiras podem ser encontrados aqui.
Na última 5a. feira marquei minha volta à cozinha com um filezinho suíno assado. Nada mais light. É um corte muito magro e extremamente macio. Mais suculento que o lombinho de porco que nós, aqui no Brazil, teimamos em servir bem esturricado (resquícios da época em que a carne tinha de ser ultra-cozida para “matar” quaisquer tipos de vermes). Vendo as fotos e a receita, você vai perceber que o período de dieta até que não está assim tão mal…
Filezinho Suíno “De Castigo”
Ingredientes:
- 1 peça de filezinho suíno de cerca de 650g.
- Vários ramos de Alecrim fresco.
- 8 dentes de alho bem graúdos, descascados.
- Limão.
- Sal grosso o quanto baste.
- Pimenta do reino, a gosto.
Modo de preparo:
1. Com uma faquinha pequena e afiada, faça oito furos verticais e eqüidistantes ao longo do filezinho. Enfie um dente de alho em cada furo.
2. Esfregue um pouco de suco de limão na peça. Em seguida tempere todo o filezinho com sal grosso (não exagerar) e pimenta do reino moída na hora, a gosto.
3. Usando 3 pedaços de barbante, amarre os ramos de alecrim ao longo de toda a peça de carne, conforme a fotografia abaixo. Corte as pontas de barbante que sobrarem.
4. Coloque a peça numa assadeira (não precisa untar). Asse em forno pré-aquecido a 280C por 30 minutos. Após este período abaixa a temperatura do forno para 200C e asse por mais 30 minutos.
5. Retire a peça do forno, deixe repousar na assadeira por 10 minutos e fatie.

Dica2 - Minha personal-nutricionista-clínica de plantão liberou o vinho branco (só 125ml) neste jantar. Bebemos um Sauvignon Blanc que combinou bem, na minha opinião. Não sei se poderíamos ter optado por outra variedade de tinto…sugestões são bem vindas.
Vinho: Gran Hacienda Sauvignon Blanc 2007
-Viña Santa Rita S.A. - Valle de Lontue, Chile
- 100% Sauvignon Blanc.
Amarelo palha. Aroma de sementes de maracujá, cítricos. Ácido, seco, corpo médio com toques de ervas no final.
É impressionante como ainda existe preconceito contra carne de porco. Tenho um amigo que não come de jeito nenhum. E não é por questões religiosas (neste caso, todo o meu repeito a Judeus e Muçulmanos). Ele diz que é uma carne pesada, indigesta, que faz mal e é suja. Em compensação, fuma 2 maços e meio por dia…
Incoerências à parte, já faz tempo que a carne suína oferecida nos açougues supermercados tem procedência garantida. Quase não se cria mais aquele “porco-banha” de antigamente, que se alimentava de restos de comida e vivia na pocilga lá do sítio. Hoje o manejo é controlado. As condições sanitárias atendem a padrões internacionais (inclusive de bem-estar animal). Isto porque boa parte da produção brasileira de carne suína é exportada. Maiores detalhes sobre as exportações brasileiras podem ser encontrados aqui.
Na última 5a. feira marquei minha volta à cozinha com um filezinho suíno assado. Nada mais light. É um corte muito magro e extremamente macio. Mais suculento que o lombinho de porco que nós, aqui no Brazil, teimamos em servir bem esturricado (resquícios da época em que a carne tinha de ser ultra-cozida para “matar” quaisquer tipos de vermes). Vendo as fotos e a receita, você vai perceber que o período de dieta até que não está assim tão mal…
Filezinho Suíno “De Castigo”
Ingredientes:
- 1 peça de filezinho suíno de cerca de 650g.
- Vários ramos de Alecrim fresco.
- 8 dentes de alho bem graúdos, descascados.
- Limão.
- Sal grosso o quanto baste.
- Pimenta do reino, a gosto.
Modo de preparo:
1. Com uma faquinha pequena e afiada, faça oito furos verticais e eqüidistantes ao longo do filezinho. Enfie um dente de alho em cada furo.
2. Esfregue um pouco de suco de limão na peça. Em seguida tempere todo o filezinho com sal grosso (não exagerar) e pimenta do reino moída na hora, a gosto.
3. Usando 3 pedaços de barbante, amarre os ramos de alecrim ao longo de toda a peça de carne, conforme a fotografia abaixo. Corte as pontas de barbante que sobrarem.
4. Coloque a peça numa assadeira (não precisa untar). Asse em forno pré-aquecido a 280C por 30 minutos. Após este período abaixa a temperatura do forno para 200C e asse por mais 30 minutos.
5. Retire a peça do forno, deixe repousar na assadeira por 10 minutos e fatie.

Dica2 - Minha personal-nutricionista-clínica de plantão liberou o vinho branco (só 125ml) neste jantar. Bebemos um Sauvignon Blanc que combinou bem, na minha opinião. Não sei se poderíamos ter optado por outra variedade de tinto…sugestões são bem vindas.
Vinho: Gran Hacienda Sauvignon Blanc 2007
-Viña Santa Rita S.A. - Valle de Lontue, Chile
- 100% Sauvignon Blanc.
Amarelo palha. Aroma de sementes de maracujá, cítricos. Ácido, seco, corpo médio com toques de ervas no final.