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A Propósito…

2 de julho de 2010

Q U E R E M O S   F E L I P Ã O   ! ! !

Por dentro

2 de julho de 2010

Sincretismo. Esta é a palavra que melhor define a arquitetura de Hong Kong, na minha opinião. Acho que as clássicas imagens do skilyne moderno e iluminado servem mesmo é para ilustrar guias de viagem… A foto abaixo foi tirada na Hollywood Road e mostra bem a mistura de estilos e influências. Esta é a Hong Kong de verdade, a melhor tradução do jeito de ser da ilha.

(em tempo: Hollywood Road tem ótimas lojas de antiguidades chinesas autênticas, móveis antigos e obras de arte de excelente gosto, vale a pena visitar)

 

hkong1

Outra do Lucas

17 de junho de 2010

 

 

Desta vez de manhã bem cedinho, vestindo-se para ir ao colégio:

 

Lucas: ai mãe, esse tênis tá machucando meu pé!

Gabi: Ih filho, é verdade… o tênis ficou pequeno prá você…

Lucas: Mãe!!! Não foi o tênis que ficou pequeno, foi meu pé que cresceu, né! Dêêêêêêêêêêêr!

Negócio da China

17 de maio de 2010

 

O que torna um blog vivo é a freqüência de seus posts e os comentários que se recebe. Neste quesito, o AmuseBouche andou perdendo pontos. Nunca escrevi tão pouco por aqui. Mas o silêncio e a intermitência destes últimos dois meses têm explicação.

É que no final de fevereiro a empresa em que trabalho passou por uma grande reestruturação, em decorrência da fusão com sua principal concorrente, acontecida há exatos 12 meses. Muita coisa mudou. Novos desafios apareceram. Muita gente trocou ou vai trocar de lugar, inclusive eu. A partir de julho, Rogério e família vão morar em Shanghai! A proposta é reestruturar nossa operação e torná-la mais consistente, compatível com o tamanho do segundo maior mercado do mundo.

Assustador a princípio! Já estive na China diversas vezes e nunca me passou pela cabeça morar lá. Aliás, talvez por viajar tanto pelo mundo, nunca sonhei ser expatriado. Sair do Brasil envolve não só a adaptação da família inteira a uma nova cultura mas também abandonar tudo o que conquistamos por aqui. Cortar raízes não é fácil e dá medo.

Mas se por um lado dá tristeza deixar nosso lugar aqui, por outro há um universo a se descobrir. Uma nova cultura, um novo idioma (bem difícil – qualquer hora eu conta minhas aventuras com o Mandarim), um novo povo. Um novo jeito de trabalhar, novos relacionamentos, novas vivências. Um tempo único de mais aprendizado para todos nós. Além disso, nunca fui de fugir dos desafios, principalmente aqueles tão apimentados quanto estas fatias de carne preparadas à moda de Sechuan, que comemos em Shanghai na semana retrasada (é… você não se enganou, estas “coisas” vermelhas no prato são pimentas secas cortadas ao meio).

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Casa, colégio das crianças e novo escritório já estão escolhidos. A partir desta semana, fico na ponte aérea Guarulhos-Pudong. Até meados de julho, quando este blog e suas panelas serão pilotados lá do outro lado do mundo, com muitos temperos diferentes. Zài jiàn!

Bem Simples

25 de abril de 2010

Já dizia a Dona Florinda, do saudoso seriado “Chaves”: muito ajuda quem não atrapalha! E este é o meu lema na cozinha. Principalmente no que diz respeito a ingredientes. O quanto menos invenção e complicação, melhor. É assim, por exemplo, com o bacalhau. Para que elocubrar demais quando a graça é justamente o sabor rústico, porém complexo do peixe? Por que mascarar seus aromas e desconstruir a textura? Prefiro preparar pratos como este “Bacalhau Aconchegado”, cuja receita recortei há mais de dez anos, acho que de uma página publicitária da Revista Gula. Trata-se apenas de bacalhau, cebola, alho e bom azeite (precisa mais?). A diferença fica por conta do preparo e apresentação, ambos na sempre singela, charmosa e fiel panela de barro. É comida sem rodeios e rapapés – bacalhau quase desacompanhado, junto aos poucos temperos de sempre, expressando seu sabor verdadeiro.

Dica: no dia seguinte, fica ainda mais gostoso se servido frio, como aperitivo, acompanhado simplesmente de fatias de pão (que podem e devem ser mergulhadas na panela) e vinho verde bem gelado!

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Bacalhau Aconchegado

Ingredientes:

- 3 ou 4 cebolas grandes, fatiadas em rodelas bem finas.

- 10 dentes de alho descascados.

- 2 folhas de louro.

- 10 grãos de pimenta do reino (opcional).

- Azeite de Oliva, o quanto baste.

- 2 ou 3 bons pedaços de lombo de bacalhau.

 

Modo de Preparo:

1. Dessalgue o bacalhau: cubra os pedaços com água e leve a geladeira, trocando a água 3 vezes por dia, durante dois dias. Ao final dos dois dias, escorra e reserve o bacalhau.

2. Leve ao fogo uma panela de barro grande. Quando estiver bem aquecida, acrescente o azeite e refogue nele as cebolas, o alho, as folhas de louro e o grãos de pimenta do reino. Misture de vez em quando, até que as cebolas estejam transparentes e macias.

3. Abaixe bem o fogo e então “aconchegue” as postas de bacalhau entre as fatias de cebola. Regue as postas com um fio de azeite. Tampe a panela e deixe cozinhar (cerca de 15 a 20 minutos).

4. Leve à mesa, com a panela ainda fumengante, acompanhado de batatinhas ao murro e tomate assado. Ou então deixe esfriar, leve à geladeira e sirva frio no dia seguinte, com fatias de pão.

Para centrar um pouco

3 de abril de 2010

 

Em breve nossa família vai passar por um período de mudanças grandes, radicais e inesperadas. Um pouco assustadoras, talvez, como todas as experiências novas e inusitadas. Confesso que com a atenção voltada para os eventos que virão por aí, a cabeça não anda nem “culinária”, nem “blogueira”. Meu cérebro está mais para uma gigante “check list”, tentando processar e prever tudo o que tenho que fazer nas próximas semanas. Qualquer hora dou mais detalhes por aqui.

 

Mesmo assim, senhoras e senhores, de vez em quando se cozinha aqui em casa! Um jantarzinho diferente, mais caprichado, com novas receitas, tem o poder inexplicável de apaziguar os ânimos e colocar as idéias no lugar. Cozinhar também é terapia e, no meu caso, me dá sempre a falsa impressão de que estou no controle das coisas. De que o poder de decisão e ação é completamente meu. Ao menos na minha cozinha, sou onipotente e onisciente. Na maioria das vezes. Semana passada, experimentei esta receita de Nigel Slater (gosto muito do seu jeito de descomplicado de cozinhar), que achei no “Favourite Recipes from Books 1, 2 & 3”, coletânea muito interessante da “Books for Cooks”. Belo prato, desde que feitas as adaptações que comento abaixo, uma vez que o “todo-onipotente” aqui não se deu conta de que colocar limão em fatias diretamente na panela como pedia a receita poderia amargar o prato. Onipotência não funciona sem onisciência…

 

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Frango Marroquino com limão e azeitonas verdes

(de Nigel Slater no “Favourite Recipes from Books 1, 2 & 3”)

 

Ingredientes:

 

- 4 colheres de sopa de azeite de oliva.

- 2 cebolas picadas.

- 4 dentes de alho picados.

- 1 colher de sopa de páprica doce.

- 1 colher de sopa de cominho em pó.

- 1 colher de chá de pimenta do reino.

- 1 boa pitada de açafrão.

- 1 colher de sopa de cúrcuma em pó.

- 8 sobrecoxas de frango sem a pele. (da próxima vez vou usar peito de frango em cubos grandes; gosto mais).

- 1 xícara de azeitonas verdes.

- Suco de 2 limões sicilianos.

- 2 limões sicilianos em fatias bem finas. O limão em fatias deixou a comida levemente amarga. Melhor usar a mesma quantidade de limão confit em tirinhas.

- 500ml de caldo de galinha.

- 2 colheres de sopa de salsinha picada.

- Sal a gosto.

 

Modo de preparo:

 

1. Numa panela grossa, aquecer o azeite. Acrescentar a cebola e refogar até que murchem um pouco.

2. Acrescentar o alho, a páprica, o cominho a pimenta do reino, o açafrão e a cúrcuma em pó. Misturar. Acrescentar o frango e mexer para que seja bem envolvido nos temperos. Cozinhar por cerca de 5 minutos.

3. Acrescentar as azeitonas verdes, o suco de limão, o caldo de galinha e o limão confit. Baixar o fogo, tampar a panela e deixar cozinhar por cerca de 30 a 40 minutos, até que o frango esteja bem cozido e macio. Acertar o sal, acrescentar a salsinha picada e servir.

4. Acompanha couscous marroquino e, neste caso, preparei da forma tradicional acrescentado manteiga, tomates cereja e salsinha.

Boticão

22 de março de 2010

 

Não é que eu tenha medo. Ou aversão. A verdade é que ir ao dentista não está na minha lista das coisas mais agradáveis do mundo. Não me recuso a aparecer uma ou duas vezes por ano para uma limpeza profunda – e por isso não me lembro da última vez que tive um dente obturado. Mas há pelo menos uns 12 anos venho adiando a retirada do único siso que me nasceu totalmente fora do lugar. Invento desculpas, arrumo compromissos e complico a agenda para deixar a pequena cirurgia de extração para o próximo mês, próximo semestre ou, melhor ainda, próximo ano. A arte da procrastinação em seu estado mais puro.

 

Minha fuga durou até duas semanas atrás quando o dente começou a incomodar. Decidi finalizar o assunto de uma vez. Tomei coragem e liguei para a dentista, combinando a cirurgia para a última 6ª.feira. Apareci no consultório às 9hs em ponto, tenso e ansioso. Duas horas e várias anestesias depois, saí da cadeira com a boca costurada, um dente a menos e a recomendação de passar quatro dias sem mastigar. Ou seja, por enquanto só purê de batata, sopinhas e sorvete. Não há como ser diferente, o pós operatório é realmente chato e doloroso. E antes que me dêem a idéia advirto: não dá para tomar vinho (com canudinho) e antibiótico ao mesmo tempo!

 

Mas quem aprecia comida é criativo mesmo nos momentos de dieta. Entediado por dois dias consecutivos de “papinha”, resolvi incrementar um pouco o tradicional mingau de maisena do café da manhã com cardamomo e cúrcuma trazidos da última viagem a Dubai. O resultado foi bem interessante, agradável. E valeu para dar um pouco mais de cor às refeições tão sem graça destas últimas 48 horas. Pouco riso, pouco siso, mas pelo menos um pouco mais de sabor.

mingau

 

Mingau de Maisena com Cardamomo e Cúrcuma

 

Ingredientes (1 pessoa):

 

- 200 ml de leite integral.

- 1 colher de sobremesa bem cheia de maisena.

- 4 favas de cardamomo.

- 1 colher de sobremesa de mel (ou mais, a gosto).

- 1 pitada de sal (opcional).

- 1 colher de sobremesa de manteiga.

- Cúrcuma em pó, o quanto baste.

 

Modo de Preparo:

 

1. Uma panelinha, coloque o leite e dissolva a maisena.

2. Amasse com os dedos levemente as favas de cardamomo, o necessário para abri-las um pouco e permitir que liberem seu aroma. Acrescente à panela, juntamente com o mel, a manteiga e uma pitada de sal (opcional).

3. Leve a panela ao fogo bem baixo, misturando sempre, até adquirir a consistência de mingau.

4. Coloque em uma tigela e polvilhe um pouco de cúrcuma. Servir morno.

 

Cauby!

19 de março de 2010

Xim Xenhorrr, professorrrr!

Semana passada, presente de aniversário para meu pai: show do Cauby Peixoto no Bar Brahma. Faz tempo que ele é fã, desde a época da juventude, quando contracenou com Cauby numa foto novela. Na estória, meu pai era o instrutor de ginástica da namorada do galã ciumento. E quem era o tal galã? Cauby em pessoa!

A foto abaixo foi a única que restou… passou recentemente por digitalização e foi devidamente autografada:

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Passados mais de 50 anos, o re-encontro (esclareço que meu pai é o de camisa preta!):

cauby-e-pai

Vale (muito) a pena ir ao Bar Brahma, apesar do preconceito que muitos têm contra o centro da cidade. Como o show começa às 22:30hs, é mais tranqüilo chegar de carro à famosa esquina da Avenida Ipiranga com São João. Há vallet e muita segurança na porta. É preciso chegar com antecedência (por volta das 21hs). Ótimo pretexto para vários chopps impecáveis, pastéis e outros petiscos caprichados, enquanto se espera pelo espetáculo.

Ver Cauby sendo aclamado pelo público ao entrar no salão causa emoção. Ele vem devagar, com certa dificuldade, passos curtos, apoiado nos seguranças. Mas vem feliz, risonho, todo simpatia. Me pergunto se com aquela idade ele vai dar conta do show. Será que ele agüenta? Ainda tem voz e resistência?

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Ajudado pelos músicos, sobe a escadinha do pequeno palco, senta em sua cadeira e ajeita a estante onde está o roteiro do show e as letras das músicas. A banda começa a tocar. E então tudo se transforma. Cauby mostra a que veio, a voz perfeita, potente, limpa e afinada. A interpretação despreocupada, por vezes marota, por vezes maliciosa, reflete a tranqüilidade de quem tem anos de estrada e sabe hipnotizar qualquer tipo de público. Ele usa e abusa do carisma e arrisca canções novas no repertório. Fantástico, emocionante, imperdível.

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Que analogia posso utilizar para descrever a experiência? Acho que Cauby é como vinho bom. O rótulo já não é o mesmo, a garrafa pode estar bem empoeirada, a rolha tem de ser manuseada com todo cuidado… mas o conteúdo é revelador. Cheio das surpresas, nuances e profundidade que só os grandes vinhos de guarda podem oferecer.

Cauby Peixoto no Bar Brahma. Todas as 2as. feiras às 22:30. Bar Brahma - av. Ipiranga com S. João. R$ 60

Imagine a Cena

7 de março de 2010

 

Domingo retrasado à noite, no carro com a Gabi, David (8) e Lucas (5), a caminho da nossa pizzaria favorita. David, torcedor fanático do Coritiba (um dia eu ainda entenderei o porquê…) fica bastante injuriado ao ouvir no rádio a notícia da derrota de seu time:

 

David: puxa vida, pai, o “coxa” tá uma m*rda!

Gabi: filho! Que é isto!?!? Um menino educado não pode falar assim!

 

3 segundos de silêncio.

 

Lucas: mãe, então pode falar que o “coxa” tá um “cocô de cavalo” ?

Gabi: é… “cocô de cavalo” acho que pode…

 

Mais 3 segundos de silêncio.

 

Lucas: mãe, “cocô de cavalo” é a mesma coisa que bosta, né?

Gabi: é, é…

Lucas: que é a mesma coisa que m*rda, né?

Eu e a Gabi: ?!?!?!?

 

Chá de Poltrona

16 de fevereiro de 2010

 

Pode haver vantagem em passar horas a fio dentro de um avião? A menos que você seja piloto, poucas. Muito poucas. Para o passageiro há algumas alternativas para matar o tempo: é possível colocar em dia todos aqueles livros que estão parados em sua cabeceira, na fila para serem lidos. Na minha mesinha existem diversos. Mas levar vários livros torna a mala mais pesada. E eu só viajo com bagagem de mão, não importa o destino e a duração da estadia. Havendo lavanderia, me viro com uma mala apenas, que não pesa mais de 15 kg e vai sempre a bordo, com um livro apenas para toda a viagem.

Outra opção é assistir aos filmes a bordo. Depois de uns dois ou três, você não agüenta mais ver filme. E quando se vai para fora do Brasil pelo menos duas vezes por mês, com as mesmas KLM, British ou Air France, o repertório se esgota.

 Trabalhar no computador? Também é possível. Hoje as poltronas têm até tomada para carregar os aparelhos. O telefone não toca e ninguém interrompe. Uma hora e meia são suficientes para colocar tudo em dia e preparar relatórios, se necessário. O que fazer com as outras infindáveis horas de vôo? Jogar baralho. Com quem? Comer, dormir? Caminhar pelo avião? Haja criatividade.

Ler as revistas de bordo é a última opção. Geralmente são chatas e superficiais. Mas há boas surpresas. A edição de fevereiro da revista da KLM (Holland Herald), por exemplo, trouxe uma edição sobre design bem interessante. Às vezes aparecem receitas boas. Como este Parfait, que arranquei de uma revista da TAM. A preparação original pedia frutas vermelhas para a calda: morango, framboesa, cerejas e amoras. Entretanto resolvi aproveitar um saco de pitangas que colhemos ano passado e congelamos. Passei-as pela centrífuga e consegui uns 250ml de suco, bem concentrado. Funcionou muito bem, o sabor das pitangas, bem refrescante, levemente ácido, contrastando com a cremosidade. Foi uma descoberta. Acho inclusive que é uma boa “receita base”, facílima e que aceita variações com outros tipos de fruta: cajá, acerola, maracujá, talvez coco ou limão. Digna de fazer parte do “repertório” de sobremesas do dia a dia. O que me lembra que voar é aborrecido, mas vez ou outra tem lá suas vantagens…

 

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Parfait de Pitanga

Adaptado da receita do chef Francisco Soares Neto, publicada na revista de bordo da TAM

 

Ingredientes:

 

- 2 claras de ovo.

- 2 xícaras de açúcar.

- 2/3 de xícara de água.

- 250ml de suco de pitanga, bem forte.

- Suco de ½ limão.

- 300g de creme de leite sem soro.

 

Modo de preparo:

 

1. Prepare uma calda com a água e o açúcar em ponto de fio. Deixe amornar.

2. Numa batedeira, bata as claras em neve e então adicione a calda morna, sem parar de bater, pouco a pouco. Deixe bater por 10 minutos.

3. Misture o suco de limão ao suco de pitanga e adicione às claras em neve, pouco a pouco, sempre batendo.

4. Desligue a batedeira e acrescente o creme de leite, misturando delicadamente.

5. Colocar em uma forma (uso as de pão de forma) e deixar no freezer por pelo menos 4 horas antes de servir.

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